quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Rogério Ceni: 20 anos de amor, dedicação e vitórias pelo São Paulo F. C.!


               Senhores e senhoras, são-paulinos(as) ou não, anteontem, dia 7 de setembro de 2010, data em que se comemorou 188 anos desde a proclamação da Independência do Brasil, no longínquo ano de 1822, por D. Pedro I, segundo consta, às margens do Rio Ipiranga, muito embora haja relatos de que as coisas não aconteceram como conta a história e que jamais D. Pedro I estivara no local, tampouco que o fato se deu como retrata a tela “Independência ou Morte”, de Pedro Américo, o torcedor Tricolor teve algo, ouso dizer, muito mais importante para comemorar: ROGÉRIO CENI COMPLETOU 20 ANOS DE SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, sendo 14 deles como titular. Arrisco-me a dizer, também, que minha Seleção Brasileira é o São Paulo Futebol Clube, minha Copa do Mundo se resume à Copa Libertadores da América e ao Campeonato Mundial de Clubes e que meu ídolo maior no futebol é Rogério “Air” Ceni (sim, ele voa!).
               Somente os são-paulinos têm a noção do que é ter um ídolo desse quilate vestindo o Manto Sagrado de seu clube de coração. A história de Ceni se confunde com a do Tricolor, na medida em que o SPFC é o Maior Clube do Mundo e Rei Ceni é um mito do futebol brasileiro e mundial! Mesmo gostando muito de escrever, me faltam palavras para expressar quão grande é a importância de Rogério Ceni para o São Paulo Futebol Clube e para seus torcedores, por isso transcrevo abaixo as homenagens prestadas a ele através dos sites oficiais da Torcida Dragões da Real e do São Paulo Futebol Clube, bem como pelo site SPFC.net. Deliciem-se, senhores e senhoras!


 
Homenagem do site oficial da Torcida Dragões da Real (www.dragoesdareal.com.br).
O dia 7 de setembro não é marcante apenas pela data histórica para o Brasil. É também uma data histórica para toda a nação são-paulina. Neste 7 de setembro de 2010, nosso grande capitão Rogério Ceni completa 20 anos vestindo o manto sagrado tricolor.
Ceni chegou ao Morumbi em 7 de setembro de 1990 e desde cedo já mostrava sua personalidade diferenciada, jogado nos juniores do Tricolor. Ceni é a personificação da alma são-paulina: é guerreiro, decidido, líder, raçudo e, acima de tudo, ama o SPFC como seu clube de coração.
Os rivais dizem que ele é arrogante, mas é apenas inveja por não ter um jogador inteligente como ele. Todos os outros têm goleiros, só nós temos Ceni.
Os jornalistas o odeiam porque ele não responde todas as entrevistas com o tradicional "Eu vim para somar, vamos fazer o que o professor mandou e se Deus quiser vamos sair daqui com uma vitória."
Jornalista não gosta de jogador inteligente, porque isso acaba evidenciando as limitações de profissionais ruins como Chico Lang, Flávio Prado, Fernando Solera e tantos outros.
Danem-se todos. Ceni é são-paulino sangue puro, já está cravado na história tricolor como o maior ídolo do SPFC de todos os tempos. Por isso a Dragões da Real lançou até uma camiseta em homenagem a ele.

Confira os números de Rogério Ceni pelo São Paulo:
São Paulo Futebol Clube:
Posição: Goleiro.
Período: 1990 até a presente data..
Estréia no time profissional: 25/06/1993: Tenerife (Espanha) 1 x 4 São Paulo FC.
Partidas: 923.
Vitórias: 488.
Empates: 213.
Derrotas: 222.
% de pontos: 60,52%.
Gols Marcados: 90.
No Morumbi: 451 jogos; 287 vitórias, 102 empates, 62 derrotas. Aproveitamento 71,11%.
Jogos Internacionais: 117; 67 vitórias, 26 empates, 24 derrotas. Aproveitamento 64,67%.
Campeonato Brasileiro: 402 jogos; 197 vitórias, 96 empates, 109 derrotas. Aproveitamento 56,86%.
Expulsões: 4.
Capitão: 686 jogos.

Seleção Brasileira:
Copa das Confederações de 1997 (1 J; 1 V; 2 GS).
Eliminatórias para Copa do Mundo de 2002 (5 J; 3 V, 1 E, 1 D; 2 GS).
Copa do Mundo de 2002 (campeão).
Copa do Mundo de 2006 (1 J, 1 V, 0 GS).

Títulos pelo São Paulo FC (Profissional): 23.
1993 - Campeão da Copa Libertadores da América.
1993 - Campeão do Troféu Cidade Santiago de Compostela.
1993 - Campeão da Recopa Sul-americana.
1993 - Campeão da Supercopa Sul-americana (João Havelange).
1993 - Campeão Mundial Interclubes.
1994 - Campeão da Copa Conmebol.
1995 - Campeão da Copa dos Campeões Mundiais.
1996 - Campeão da Copa dos Campeões Mundiais.
1996 - Campeão da Copa Master da Conmebol.
1996 - Campeão da Copa Cerveja Cristal, Chile.
1997 - Campeão do Torneio dos Clubes Irmãos.
1998 - Campeão Paulista.
1999 - Campeão da Copa Euro-América.
1999 - Campeão do Troféu Cidade de Pachuca - Cuña de México.
2000 - Campeão Paulista.
2001 - Campeão do Torneio Rio - São Paulo.
2002 - Campeão do Supercampeonato Paulista.
2005 - Campeão Paulista.
2005 - Campeão da Copa Libertadores da América.
2005 - Campeão Mundial de Interclubes – FIFA.
2006 - Campeão Brasileiro.
2007 - Campeão Brasileiro.
2008 - Campeão Brasileiro.

Títulos pelo São Paulo FC (Categorias de Base): 3
1990 - Campeão Paulista Metropolitano Juvenil.
1993 - Campeão da Taça São Paulo de Futebol Júnior.
1993 - Campeão Paulista de Aspirantes.

Premiações individuais:
2000 - Bola de Prata da Revista Placar.
2003 - Bola de Prata da Revista Placar.
2004 - Bola de Prata da Revista Placar.
2004 - Troféu Mesa Redonda da TV Gazeta.
2005 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Prata).
2005 - Troféu Mesa Redonda da TV Gazeta.
2005 - Troféu Mesa Redonda da TV Gazeta (Melhor Jogador).
2005 - Toyota Key - Melhor jogador da partida final do Mundial Interclubes.
2005 - Golden Ball FIFA - Melhor jogador do Mundial Interclubes.
2005 - Goleiro do time ideal da América (El País).
2005 - Nono melhor goleiro do mundo (IFFHS).
2006 - Bola de Prata da Revista Placar.
2006 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Ouro).
2006 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Craque da Competição).
2006 - Troféu Mesa Redonda da TV Gazeta.
2006 - Goleiro do time ideal da América (El País).
2006 - Sexto melhor goleiro do mundo (IFFHS).
2007 - Bola de Prata da Revista Placar.
2007 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Ouro).
2007 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Craque da Competição).
2007 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Craque da Torcida).
2007 - Troféu Mesa Redonda da TV Gazeta.
2007 - Troféu Mesa Redonda da TV Gazeta (Troféu Constantino Cury).
2007 - Quinto melhor goleiro do mundo (IFFHS).
2007 - Finalista do prêmio Bola de Ouro de melhor jogador do mundo- 27º lugar (France Football)*.
2008 - Bola de Prata da Revista Placar.
2008 - Bola de Ouro da Revista Placar.
2008 - Troféu Craque do Brasileirão da CBF (Prata).
2008 - Melhor goleiro do mundo (IFFHS).
* Único jogador atuando na América do Sul, em toda a história, a concorrer.

Recordes:
Recorde mundial de gols marcados como goleiro: 90.
Recorde mundial de gols marcados de falta: 51.
Recorde nacional de partidas disputadas no Campeonato Brasileiro: 402.
Recorde de partidas disputadas pelo SPFC: 923.
Recorde de partidas capitaneadas no SPFC: 686.
Recorde de permanência no SPFC: 20 anos.
Recorde de minutos sem tomar gol no SPFC pelo Camp. Brasileiro: 988.
Recorde pessoal de pênaltis defendidos em um único jogo: 3.
Recorde de gols em Taça Libertadores da América pelo SPFC: 11. 

 Homenagem do site SPFC.net (www.spfc.net).
Conheça algumas histórias do goleiro Rogério Ceni.

Migué, não! Vai para o jogo, rapaz!
Antes de um dos últimos jogos do São Paulo no Morumbi, um jogador se queixou de dores musculares para o departamento médico. Ele seria titular
e a atitude despertou curiosidade em Rogério Ceni. O capitão foi, então, conversar com o companheiro e disse que também estava com dores no tornozelo, mas que jogaria. O diálogo foi na hora do almoço. Ao chegar no estádio, horas depois, o atleta foi questionado novamente pelos médicos. Disse que estava 100% para o jogo.

Artilheiro, só ele! Tentativa frustrada.
Em 1996, contra o Mogi Mirim, o técnico Muricy Ramalho foi expulso. Ceni ficou no banco e com o Tricolor precisando de um gol, gritou para o titular Zetti ir para a área em cobrança de escanteio. Ele foi. Em vão, pela primeira e única vez.

Fica, Pavão! Conselheiro.
No início da década de 90, mesmo recém-chegado, Rogério aconselhou o ex-lateral Pavão a ficar no clube. Ele seria emprestado e ganharia mais do que no Tricolor. Mas Ceni o acompanhou até a secretaria, cujo diretor era Márcio Aranha, e deu dicas de como conduzir a negociação, falou de valores e quanto pedir de luvas. Um dos argumentos do goleiro a Pavão foi de que Telê Santana, técnico na época, gostava do ex-lateral. Pavão ficou e venceu o Paulista-91, Recopa-93 e Conmebol-94 pelo São Paulo.

Mais que o ídolo? É com ele!
No fim da década passada, o então presidente José Augusto Bastos Neto procurou o meia Raí, que voltou ao clube em 1998, para negociar o bicho de uma conquista. O ídolo, de pronto, respondeu: “Não é comigo, presidente. Fala com o Rogério, ele que vai resolver essa questão”. Isso que é moral...

Olheiro. Vem cá jogar comigo.
Nos últimos anos, Rogério tem “ajudado” na indicação de jogadores o auxiliar Milton Cruz, garimpeiro de talentos. Ele conversa com os atletas e os convida a defender o clube. O volante Josué, ex-Goiás, o zagueiro Rodrigo, ex-Ponte Preta, e o atacante Washington, hoje no Fluminense, são exemplos de “reforços” de Ceni.

Preparador. Vai, Denis!
Em 2009, na eliminação da Libertadores para o Cruzeiro, no Morumbi, foi Ceni quem fez o aquecimento do substituto Denis. O capitão estava parado por conta da maior lesão de sua carreira e deu força ao jovem goleiro. Também preocupou os médicos: mesmo lesionado, batia muito forte na bola.

Levanta! Falha de ânimo.
A falha na final da Libertadores-06 contra o Internacional foi um marco na carreira. Depois da perda do título, Ceni intensificou os treinos já no dia seguinte e prometeu dar a volta por cima logo. Foi tricampeão brasileiro depois (06/07/08).

Vitória certa. Na preleção...
Para muita gente no clube, membros da comissão técnica, inclusive, o São Paulo hoje ganha os jogos na boca de Rogério. O goleiro sempre costuma reunir os jogadores para uma conversa depois da tradicional preleção dos técnicos, considerada até menos importante do que a do capitão. Há quem diga que ele é 70% do que o clube é hoje, principalmente dentro de campo. Foi assim no Mundial em 2005, quando a confiança inabalável do capitão na véspera do jogo contra o Liverpool (ING) deixou todos crentes do título.

Técnico. Baresi respeitou!
Em partida recente do Tricolor, Ceni, que estava incomodado com a postura da equipe em campo, chamou Cleber Santana e decretou: ‘Aquece pra vc entrar no lugar do Jean’. Cleber Santana obedeceu às ordens do Capitão e, 5 minutos depois, estava em campo, com a anuência do técnico Sérgio Baresi.

“Vivi a expectativa do gol até o último minuto da partida, mas vencer um goleiro desses é muito difícil.” (Rafa Benitez, técnico do Liverpool, após a partida final do Mundial Interclube de 2005).

“Na partida, nem precisou mostrar a outra face, igualmente prodigiosa, de sua notoriedade. Não há, no mundo, outro exemplo de goleiro com tamanha lucidez jogando com os pés. Pés que pensam. Pés que, por onde passam, vão deixando pela grama rastros de mãos.” (Armando Nogueira, jornalista). 

  
Homenagem do São Paulo Futebol Clube, publicada no site oficial  da agremiação (www.saopaulofc.net).
Prezado Senhor Rogério Ceni, Capitão da Equipe de Futebol Profissional do São Paulo Futebol Clube,
Permita-me dirigir singelas palavras, o que faço, em nome do São Paulo Futebol Clube na condição de Presidente, assim como o faço em meu nome pessoal.
Disse o Poeta Vinícius de Morais que ‘a vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida’. Há 20 anos, Rogério Ceni encontrou em seu caminho a Gloriosa História do São Paulo Futebol Clube.
Naquele momento, a ninguém seria dado imaginar que as correntezas dessas duas histórias iriam confluir de forma tão singela, que, pelas próximas décadas, iriam se tornar um único caminhar, percorrido em uníssono pelo Homem e pelo Clube, com tamanha harmonia a ponto de poder se dizer ser esse um único afluente.
Nesses 20 anos, Rogério Ceni soube percorrer todas as etapas comuns à vida profissional de um atleta de futebol.
Soube chegar e superar as agruras daqueles que sofrem pela falta do aconchego da cidade do interior e estranham a frieza da cidade grande.
Soube esperar seu momento, absorvendo com intensidade os ensinamentos dos mais velhos, como que antevendo o quanto essas lições lhe seriam úteis quando fosse chegada sua hora de brilhar.
Soube passar pelos momentos difíceis com a resignação dos esportistas e o inconformismo dos vencedores. Constitui família, com sua esposa Sandra e teve suas lindas gêmeas: Beatriz e Clara.
Mais do que tudo, Rogério Ceni soube amar. Amar tanto o São Paulo Futebol Clube a ponto de ser reconhecido pelos milhões de torcedores como sendo um deles dentro do campo. Dessa gente sofrida, que vem de longe e dedica ao Clube horas do seu lazer e o sacrifício dos abnegados, Rogério Ceni recebe o carinho que somente dispensariam àqueles nos quais reconhecessem a coincidência do igual amor.
Quis o destino, que é justo e sempre sabe recompensar os apaixonados, que Rogério Ceni tivesse tido a oportunidade de vencer no São Paulo Futebol Clube. Vencer já na condição de Capitão, líder respeitado e querido pelos colegas, técnicos, dirigentes e funcionários do Clube.
Campeonatos Paulistas, Brasileiros, Libertadores, Mundial de Clubes. Rogério Ceni ganhou tudo no São Paulo. Fez História e bateu recordes. Fez, até hoje, 90 gols, todos eles com a camisa do São Paulo Futebol Clube. Todos eles como goleiro. Criou uma marca própria, na forma do alarido que se ouve nos estádios do Brasil e do Mundo quando aquela figura com trajes diferentes dos demais e que estaria ali só para defender, sai correndo da sua meta e atravessa o campo para cobrar uma falta ou um pênalti. Tornou-se, então, o maior goleiro artilheiro do Mundo, levou, com suas façanhas, o nome do São Paulo Futebol com destaque no Brasil e no Exterior.
E mesmo que nesse momento seja a oportunidade de relembrar o que já conquistou, Rogério Ceni, após 20 anos de São Paulo Futebol Clube, ainda tem muito a fazer. Rogério Ceni ainda quer mais. E não duvidemos de que muito mais ainda irá conseguir. Até porque, cada vitória só fez aumentar sua obsessão por mais títulos, por mais conquistas, por mais outras vitórias que certamente virão.
Rogério Ceni é como o São Paulo Futebol Clube, obcecado pela vitória, inconformado e insatisfeito com tudo que seja menos do que o melhor, a excelência, o próximo passo rumo a um novo objetivo ainda mais grandioso do que o anterior.
Por isso tudo, Rogério Ceni, o São Paulo Futebol Clube está honrado por ter, nesses últimos 20 anos, podido contar com seus serviços, com sua dedicação, com seu profissionalismo e, sem que nenhuma contradição, com o seu amor.
Certamente, a história de Rogério Ceni, que há 20 anos chegou de Sinop, hoje se confunde e é uma das páginas mais brilhantes da Gloriosa História do São Paulo Futebol Clube.
Que seja assim por mais outras tantas décadas, que Rogério Ceni e São Paulo Futebol Clube continuem vivendo esse encontro abençoado e sigam juntos por um caminho comum, uma trilha de glórias e vitórias motivadas pelo carinho, pelo respeito, pela admiração recíproca, enfim, pelo amor.
Atenciosamente,
JUVENAL JUVÊNCIO
PRESIDENTE

               Todos têm goleiro, só nós temos Rogério Ceni! Parabéns Capitão pelos 20 anos de Clube, repletos de glórias e conquistas mas, sobretudo, de amor incondicional e dedicação ao Maior do Mundo! Rei Ceni, mito eterno!



Saudações TRIcolores!
SPFC: 6-3-3, o maior de todos!


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3 comentários:

  1. Primo lindo, esse site deveria ter outro nome, é totalmente Sao Paulino...So estou comentando pq sabe que es meu primo querido, mas nao me agrada muito ler noticias do Sao Paulo... ahahaha bjaoo

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  2. Hihihihih...é Carlinha, minha prima mais linda dentre todas as primas do mundo, a proposta é escrever sobre outros assuntos tbm, gosto muito de escrever e tal, mas tem me faltado tempo...aí, uso o pouco tempo que tenho pra escrever sobre o São Paulo e o CAP, que é o time aqui da minha cidade...rsrsrsrs. Se vc morasse aqui em Penápolis, eu já a teria convertido e vc certamente torceria pelo São Paulo...rs.
    Beijos!

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  3. Ahhh Carlinha, se vc procurar, existem postagens sobre outros temas no blog sim, são poucas, mas existem...rs.

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